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	<title>Da Correia Fotorreceptora &#187; blogs</title>
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		<title>Heads Up: Mostra de Cinema no Cinematógrafo</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 22:17:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os cinéfilos podem estar interessados na cobertura da Mostra que a Bibi está fazendo no Cinematógrafo e no twitter. Ela está com uma credencial permanente integral, assistindo a dezenas de filmes e comentando para você poder assistir somente aos melhores.
Infelizmente, devido ao trabalho, eu vi apenas uns 3 filmes até agora, mas foi ela que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os cinéfilos podem estar interessados na cobertura da Mostra que a <a title="Bibi's Box" href="http://www.bibi.org/box/">Bibi</a> está fazendo no <a title="Cinematografo" href="http://www.cinematografo.com.br/">Cinematógrafo</a> e no <a title="Twitter | Cinematografo" href="http://twitter.com/cinematografo">twitter</a>. Ela está com uma credencial permanente integral, assistindo a dezenas de filmes e comentando para você poder assistir somente aos melhores.</p>
<p>Infelizmente, devido ao <a title="Insite" href="http://www.insite.com.br/">trabalho</a>, eu vi apenas uns 3 filmes até agora, mas foi ela que escolheu, e foram todos bons.</p>
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		<title>Os plágios e Plágios</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 15:56:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
É interessante nas discussões na lista blogosfera o quanto se volta ao assunto plágio. Não tem discussão que não caia nisso, e nenhuma em que não haja uma disputa para ver quem odeia mais os plagiadores. Mas com o medo de parecer mole  e assim trair seu colegas, diversas coisas diferentes ficam sendo misturadas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://andreum.blog.br/pt/2008/02/10/os-plagios-e-plagios/malcolm-gladwell/" rel="attachment wp-att-122" title="Malcolm Gladwell"><img src="http://andreum.blog.br/pt/wp-content/uploads/2008/02/malcolm_gladwell.jpg" alt="Malcolm Gladwell" /></a></p>
<p>É interessante nas discussões na lista blogosfera o quanto se volta ao assunto plágio. Não tem discussão que não caia nisso, e nenhuma em que não haja uma disputa para ver quem odeia mais os plagiadores. Mas com o medo de parecer mole  e assim trair seu colegas, diversas coisas diferentes ficam sendo misturadas, e o risco é que atividades legais e produtivas sejam marginalizadas junto com atividades que são imorais e ilegais.</p>
<p>Boa parte das pessoas desconfia do argumento do Creative Commons de que quem escreve se baseia em um histórico e conhecimento pré-existente, e é muito propício que Jon Udell tenha escrito <a href="http://blog.jonudell.net/2008/02/06/the-anxiety-and-celebration-of-influence/" title="Jon Udell: The Anxiety and Celebration of Influence">um artigo falando sobre o assunto</a>, no qual ele procura a origem de uma citação feita em um blog, e descobre que é muito mais fácil encontrar a origem de uma citação hoje em dia. No meio, ele cita um <a href="http://www.gladwell.com/2004/2004_11_25_a_borrowed.html" title="Malcolm Gladwell: Something Borrowed">excelente artigo de Malcolm Gladwell</a> (em inglês) sobre a experiência de ter um artigo utilizado em uma peça de sucesso, e como isso o fez alterar a forma de pensar sobre o plágio em si:</p>
<blockquote><p>Palavras pertencem à pessoa que as escreveu. Há poucas noções éticas mais simples que esta, particularmente enquanto a sociedade dedica mais e mais energia e recursos para a criação de propriedade intelectual. Nos últimos 30 anos, leis de copyright foram reforçadas. Tribunais ficaram mais propensos a conceder proteção a propriedade intelectual. Lutar contra a pirataria virou uma obsessão de Hollywood e da indústria fonográfica, e, nos mundos da academia e editorial, o plágio passou de ser más maneiras literárias para algo mais próximo de um crime.</p>
<p>[...]</p>
<p>Eu tinha trabalhado em &#8220;Damaged&#8221; ao longo do outono de 1996. Eu visitava Dorothy Lewis em seu escritório no Hospital Bellevue e assistia às fitas de suas entrevistas com assassinos em série.</p>
<p>[...]</p>
<p>Eu enviei um fax a Bryony Lavery:<br />
Eu fico contente em se a fonte de inspiraçnao para outros escritores, e se você tivesse pedido a minha permissão para citar, mesmo liberalmente, a minha peça, eu teria prazer em autorizar. Mas tomar material, sem a minha aprovação, é roubo.</p>
<p>[...]<br />
Então eu consegui uma cópia do roteiro de &#8220;Frozen&#8221;. Ele tirou o meu fôlego. Eu sei que isso não devia ser uma consideração relevante. Mas era: ao invés de sentir que minhas palavras tinham sido tiradas de mim, eu senti que elas tinha se tornado parte de uma causa maior.</p></blockquote>
<p>Ele conta, então, diversos casos de plágio e acusação de plágio, em livros, jornais e música, como um em que os Beastie Boys foram acusados de copiar 4 notas sampleadas, pelas quais, aliás, eles tinham pago, ou outro, em que o autor do Fantasma da Ópera, Andrew Lloyd Webber foi acusado de plágio por causa de uma sequência, que ele mesmo já tinha usado em outra composição, anos antes do acusador, ou sobre o caso de Rod Stewart, cuja música &#8220;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=On3rfstwJUQ" title="Rod Stewart: Do Ya Think I'm Sexy">Do Ya Think I&#8217;m Sexy</a>&#8221; tem um refrão idêntico ao de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=-M-bZ1tbHw8" title="Jorge Benjor: Taj Mahal">Taj Mahal</a> do Jorge Benjor, que foi lançado antes.</p>
<p>Claro que também é bom citar um caso contrário, de um brasileiro acusado de plagiar um americano, como o caso que Tinhorão usa como evidência de que a Bossa Nova não tinha nada de original: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=P7u33wMA3po">O Samba de Uma Nota Só</a>, cantado por Sarah Brightman, sob o nome de Mister Monotony e <a href="http://www.jgdb.com/muscred.htm#mrmonotony">composto por Irving Bell, em 1947</a>, ou uns 10 anos antes de Tom Jobim.</p>
<p>O <a href="http://www.gladwell.com/2004/2004_11_25_a_borrowed.html" title="Malcolm Gladwell: Something Borrowed">artigo de Malcolm Gladwell</a> vale a pena ler, no mínimo para permitir uma reflexão sobre o quanto a criatividade exige de uso de conteúdo criado por outros, e finalmente sobre o quanto nós gostaríamos de sacrificar de liberdade criativa para endurecer leis e comportamentos, simplesmente porque estamos todos indignados com os splogs.</p>
<p>Splogs não participam dessa alimentação criativa e é difícil de entender porque alguns acham que adotar normas super restritivas de licenciamento de conteúdo vão conter splogs, que simplesmente não se importam com qual a licença que o autor adotou para o conteúdo. Existem bons argumentos e boas idéias por trás do movimento do Creative Commons, e essas idéias eu gostaria que todos os blogueiros entendessem.</p>
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		<title>Juca Kfouri, censura prévia e SLAPPs</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 01:43:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Idelber Avelar chama para a luta contra uma decisão judicial que mostra o quão longo é o caminho até que o nosso sistema legal possa entender e pesar até mesmo os princípios democráticos mais básicos.
Juca Kfouri criticou várias vezes o deputado estadual Fernando Capez (PSDB-SP). Segundo Juca, Capez não teve sucesso em conter as brigas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdojuca.blog.uol.com.br/" title="Blog do Juca Kfouri"><img src="http://andreum.blog.br/pt/wp-content/uploads/2007/12/b_juca1.jpg" alt="Juca Kfouri, foto do blog" align="left" /></a>Idelber Avelar <a href="http://www.idelberavelar.com/archives/2007/12/a_ultima_asneira_do_judiciario_parte_327.php" title="A ultima asneira do judiciário, parte 327 | O Biscoito Fino e a Massa">chama</a> para a luta contra uma decisão judicial que mostra o quão longo é o caminho até que o nosso sistema legal possa entender e pesar até mesmo os princípios democráticos mais básicos.</p>
<p>Juca Kfouri criticou várias vezes o deputado estadual Fernando Capez (PSDB-SP). Segundo Juca, <a href="http://esporte.uol.com.br/ultimas/2007/12/20/ult58u1039.jhtm" title="Do que Capez e Capaz | Blog do Juca">Capez não teve sucesso em conter as brigas de torcida, mas se elegeu graças a notoriedade obtida com essa campanha</a>. Ao apresentar suas opiniões, ao relatar fatos, Juca Kfouri estava fazendo seu trabalho, nada mais, nada menos. Mesmo assim, uma decisão judicial proferida pela juíza Tonia Yuka Kôroko proibiu-o de &#8220;ofender&#8221; o deputado, sob pena de multa de R$ 50.000 após ação movida pelo deputado, que já foi promotor. Segundo Juca,</p>
<blockquote><p> Recorri ao Tribunal de Justiça de São Paulo, mas o desembagador Luiz Antônio de Godoy negou meu pedido para que a liminar fosse cassada.</p>
<p>Argumentou que sou experiente o suficiente para não ofender o deputado.</p></blockquote>
<p>Existem motivos para haver uma proibição constitucional da censura prévia pelo estado. E o motivo é impedir que aconteça exatamente o que se tentou nesse incidente: que críticas contra os poderosos sejam amordaçadas. Quem é poderoso: um deputado, um presidente, um juiz, um policial, um ministro, deve ter menos proteção contra críticas que um cidadão comum. O deputado se ofendeu, mas às vezes as pessoas se ofendem com a verdade, e é do interesse da sociedade ouvir críticas a figuras públicas, mesmo contra os interesses de quem se acha ofendido. Faz parte da democracia conviver com o contraditório e com a crítica.</p>
<p>Juca Kfouri não tem a obrigação de se adequar aos princípios de civilidade que o impediriam de criticar. Se nossas leis contra a calúnia, a injúria e a difamação estão aí para impedir o exercício da liberdade de expressão, precisamos fazer uma grande reforma dessas leis. Mas eu nem creio que tenha sido esse o caso.</p>
<p>Nos EUA existe um nome para esse tipo de ação iniciada pelo Deputado: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/SLAPP" title="SLAPP - Wikipedia em inglês">SLAPP</a> (Strategic Lawsauit Against Public Participation &#8211; Ação Estratégica Contra Participação Pública). São ações feitas para silenciar críticos e existem leis contra isso em diversos estados.</p>
<p>É lamentável que o judiciário brasileiro tenha se permitido usar <a href="http://www.idelberavelar.com/archives/2006/09/treamapa_da_a_sarney_direito_de_resposta_num_blog_que_ja_nao_existe.php" title="Sarney contra um blog | O Biscoito fino e a massa">novamente</a> e <a href="http://www.idelberavelar.com/archives/2006/08/sentenca_judicial_contra_imprensa_marrom_abre_perigoso_precedente_na_blogosfera_brasileira.php" title="Sentença judicial contra Imprensa Marrom abre perigoso precedente na blogosfera brasileira | O Biscoito Fino e a Massa">novamente</a> para uma SLAPP. Assim, ao invés de trazer justiça, o judiciário não faz mais que atuar como ferramenta para manutenção do poder.</p>
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		<title>A chance de ouvir Yochai Benkler</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 13:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Yochai Benkler vai participar via video-conferência do ciclo de debates que o Instituto de Estudos Avançados da USP promove sobre o livro &#8220;A Riqueza das Redes&#8221; no dia 6/12/2007 às 14:30 no Auditório Alberto Carvalho da Silva do Instituto de Estudos Avançados.
O livro é uma análise sobre a produção de cultura e informação, o papel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Yochai Benkler vai participar via video-conferência do ciclo de debates que o Instituto de Estudos Avançados da USP promove sobre o livro &#8220;A Riqueza das Redes&#8221; no dia 6/12/2007 às 14:30 no Auditório Alberto Carvalho da Silva do Instituto de Estudos Avançados.</p>
<p>O livro é uma análise sobre a produção de cultura e informação, o papel dos blogs, youtube, e a Internet em geral, explica economicamente as consequências do surgimento desses novos meios para a economia, cultura e política, e expõe os interesses e os preconceitos envolvidos. O livro é leitura obrigatória para todos os interessados em jornalismo, economia, análise de investimentos, cultura, tecnologia, negócios, blogs, política,  programação, web design e Internet.</p>
<p>via <a href="http://www.naozero.com.br/benkler+usp+2007" title="Yochai Benkler na sessão final do Ciclo Temático sobre a Riqueza das Redes | Não Zero">Não Zero</a></p>
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		<title>Não existe bolha do Adsense</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 17:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O Manoel Netto do Tecnocracia escreveu um post defendendo a tese de que
A “Bolha AdSense” vai estourar. Eu discordo, e acho que o artigo do Manoel confundiu a parte contra o todo e fiquei com vontade de discordar.
Primeiro, minhas credenciais: sou um grande anunciante no Adwords e um grande editor do Adsense. Sobre o Adsense, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/a-bolha-adsense-vai-estourar" title="Tecnocracia"><img src="http://andreum.blog.br/pt/wp-content/uploads/2007/10/logo_tecnocracia.png" alt="Tecnocracia" /></a></p>
<p>O Manoel Netto do <a href="http://tecnocracia.com.br/" title="Tecnocracia : Estado Tecnológico">Tecnocracia</a> escreveu um post defendendo a tese de que<br />
<a href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/a-bolha-adsense-vai-estourar#comment-4536" title="A “Bolha AdSense” vai estourar » Tecnocracia : Estado Tecnológico">A “Bolha AdSense” vai estourar</a>. Eu discordo, e acho que o artigo do Manoel confundiu a parte contra o todo e fiquei com vontade de discordar.</p>
<p>Primeiro, minhas credenciais: sou um grande anunciante no Adwords e um grande editor do Adsense. Sobre o Adsense, se um dia eu acordasse de saco cheio, poderia deixar de lado a <a href="http://www.insite.com.br/hospedagem/" title="Hospedagem de sites">área de hospedagem</a>, demitir todo mundo e viver somente dos anúncios no <a href="http://inforum.insite.com.br/" title="Inforum">Inforum</a>, e tanto eu quanto meu sócio poderíamos ter uma vida bastante confortável. Não vamos fazer isso, claro, mas ganharíamos o suficiente. Ao invés disso, gastamos uma quantia significativa, ainda maior, em anúncios do Adwords (além de outros meios) com o objetivo de transformar a <a href="http://www.insite.com.br/" title="Insite">Insite</a> em uma das maiores empresas de hospedagem do Brasil</p>
<p>E é tendo essa experiência nas duas pontas, que eu posso dizer que não existe &#8220;Bolha Adsense&#8221; para estourar. Pode existir uma bolha de sites chamados &#8220;caça-paraquedistas do momento&#8221;, ou seja, sites interessados em atrair público escrevendo artigos sobre assuntos da moda ou do momento, mas eu acho que não existe, e acho que eles não são tão significativos, de qualquer forma. O grosso das buscas, e o grosso da receita, não acontece em artigos que falam sobre assuntos da moda, mas em artigos antigos.</p>
<p>Se essa &#8220;bolha&#8221; vai estourar, não vai ser porque alguém vai fazer algo para impedir, mas sim porque a competição por esses termos vai ser tão grande, que a maior parte das pessoas que adotam essa estratégia vai ganhar pouco e vai desistir.</p>
<p>O Adsense funciona porque ele junta milhares de anunciantes e milhares de editores diferentes, com interesses diferentes, e é preciso levar em conta os diversos tipos e objetivos de anúncios, e os diversos tipos de editores de sites e suas estratégias. Eu acho que sempre é possível encontrar uma combinação de anunciantes e editores, e mesmo os sites mais caça-níquel às vezes são alvos interessantes para anúncios e sempre devem ter alguma receita mesmo que mecanismos como a otimização por conversões.</p>
<p>O que não pode é achar que essa receita é tão grande que ofusca todo o resto, que está por baixo da superfície, mas é muito maior em volume e em importância. Essa parte, dos milhares de anúncios sobre milhares de assuntos, devem crescer cada vez mais e ainda podem fazer uso do escudo do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Coase_Theorem" title="Coase theorem - Wikipedia, the free encyclopedia">Teorema de Coase (em inglês)</a> e da resultante <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Efici%C3%AAncia#Efici.C3.AAncia_Econ.C3.B4mica" title="Wikipedia: Eficiência Econômica">eficiência econômica</a> para garantir sua estabilidade, já que os custos de transação são desprezíveis.</p>
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		<title>Posts pagos sem identificação são ilegais</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 14:39:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu mencionei isso em um comentário em um post no Interney sobre uma discussão ocorrida durante Barcamp Rio (no qual eu não fui). Mas já que o assunto surgiu também durante o Blogcamp São Paulo e durante o debate do Estadão, mas não custa repetir: posts que são publicidade precisam ser identificados como tal. Isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu mencionei isso em um comentário em um <a href="http://www.interney.net/?p=9760927" title="Blogs como modelo de negócio, a polêmica dos posts pagos">post no Interney</a> sobre uma discussão ocorrida durante <a href="http://barcamp.blaz.com.br/rio" title="Barcamp Rio">Barcamp Rio</a> (no qual eu não fui). Mas já que o assunto surgiu também durante o <a href="http://blogcamp.com.br/" title="Blogcamp">Blogcamp São Paulo</a> e durante o debate do Estadão, mas não custa repetir: posts que são publicidade precisam ser identificados como tal. Isso é uma questão de respeito ao leitor, e à lei.</p>
<p>O <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/L8078compilado.htm" title="Código de Defesa do Consumidor - Compilado">Código de Defesa do Consumidor</a> diz o seguinte:</p>
<blockquote><p> Art. 36. A publicidade deve ser veiculada de tal forma que o consumidor, fácil e imediatamente, a identifique como tal.</p></blockquote>
<p>Isso surgiu como forma de proteger os leitores quando colocam o chapéu de consumidores. Não é só porque os jornalistas acham que estão em uma torre de marfim, não é &#8220;apenas&#8221; porque isso mina a credibilidade do autor. É porque pode causar prejuízo a outras pessoas, que assumem que é opinião ou notícia algo que na verdade é publicidade.</p>
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		<title>Direito 2.0</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Oct 2007 04:10:03 +0000</pubDate>
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Um &#8220;pouco&#8221; atrasado, eu vejo que o Manoel do Tecnocracia e do BlogCamp falou no dia 5 sobre Processos judiciais em tempos de Web 2.0.
É óbvio, notório e público que a nossa legislação ainda não sabe lidar com a Internet. Se soubesse, não presenciaríamos o ‘fechamento’ do YouTube para endereços brasileiros, não presenciaríamos a exclusão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tecnocracia.com.br/" rel="Tecnocracia" title="Tecnocracia"><img src="http://andreum.blog.br/pt/wp-content/uploads/2007/10/logo_tecnocracia.png" alt="Tecnocracia" border="0" /></a></p>
<p>Um <em>&#8220;pouco</em>&#8221; atrasado, eu vejo que o Manoel do Tecnocracia e do <a href="http://blogcamp.com.br/" title="BlogCamp Brasil">BlogCamp</a> falou no dia 5 sobre <a href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/processos-judiciais-em-tempos-de-web-20" title="Processos judiciais em tempos de Web 2.0">Processos judiciais em tempos de Web 2.0</a>.</p>
<blockquote><p>É óbvio, notório e público que a nossa legislação ainda não sabe lidar com a Internet. Se soubesse, não presenciaríamos o ‘fechamento’ do YouTube para endereços brasileiros, não presenciaríamos a exclusão de comunidades do tipo ‘eu odeio o Barrichello’ do Orkut, não presenciaríamos o caso Xô Sarney &#8211; acatado por vários juízes, só uma jornalista acumula mais de meio milhão em multas do Tribunal Eleitoral. Isso nos dá medo e insegurança, ao mesmo tempo que revolta.</p>
<p>Não podemos continuar presenciando casos como esses sem fazer absolutamente nada. Ou lutamos contra esses absurdos ou ensinamos as pessoas como lidar com a Internet, a liberdade que ela propicia e a responsabilidade que herdamos com essa liberdade. Que tal fazermos as duas coisas? Se somos os responsáveis pela batizada Web 2.0, vamos ajudar a criar o Direito 2.0.</p></blockquote>
<p>Eu assino embaixo. Esse foi um dos assuntos em discussão no último BlogCamp e acho importante que todo mundo que produz conteúdo ou que permite que outros gerem conteúdo estejam cientes da importância para o nosso futuro de ter leis apropriadas. Não existe motivo para a nossa lei, em especial, proteger os fortes e os poderosos contra os fracos e os cidadãos comuns. Seria bom ver isso discutido em todos os próximos eventos.</p>
<p>No <a href="http://barcamp.blaz.com.br/rio" title="BarCamp Rio">BarCamp do Rio</a> eu esperava participar de ótimas discussões, mas o trabalho me chama aqui mesmo em São Paulo.</p>
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		<title>TODO não é para jacu</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Oct 2007 01:04:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Cardoso diz em um post que TODO é pra jacu. Ele comenta sobre a dificuldade que é fazer todas as tarefas que há para fazer no dia, e como priorizar.
Ele reclama e cita diversas estratégias: apenas tarefas pequenas, fazer primeiro as complicadas, fazer as mais urgentes, atribuir prioridades, fazer aleatoriamente e empurrar com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://andreum.blog.br/pt/2007/09/30/todo-nao-e-para-jacu/david-allen-gtd/" rel="attachment wp-att-68" title="David Allen: GTD"><img src="http://andreum.blog.br/pt/wp-content/uploads/2007/09/david_allen.thumbnail.jpg" title="David Allen: Getting Things Done, GTD" alt="David Allen: Getting Things Done, GTD" style="margin-right: 20px" align="left" /></a>O <a href="http://www.contraditorium.com/">Cardoso</a> diz em um post que <a href="http://www.contraditorium.com/2007/09/27/todo-e-pra-jacu/">TODO é pra jacu</a>. Ele comenta sobre a dificuldade que é fazer todas as tarefas que há para fazer no dia, e como priorizar.</p>
<p>Ele reclama e cita diversas estratégias: apenas tarefas pequenas, fazer primeiro as complicadas, fazer as mais urgentes, atribuir prioridades, fazer aleatoriamente e empurrar com a barriga. Segundo ele, nenhuma funciona, e ele vai tentar dividir o dia em pedaços e fazer uma tarefa em cada pedaço.</p>
<p>Ele fala que já leu os livros de auto-ajuda para empresários, que não resolveram muita coisa. Mas na verdade, o problema é que ele não leu o livro de auto-ajuda certo. Ele foi escrito por <a href="http://www.davidco.com/" title="David Allen Co">David Allen</a> e se chama <a href="http://www.amazon.com/Getting-Things-Done-Stress-Free-Productivity/dp/0142000280/ref=pd_bbs_sr_1/102-3486560-4574554?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1191200336&amp;sr=8-1" title="Getting Things Done na Amazon">Getting Things Done</a> em inglês e Produtividade Pessoal ou <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1062057&amp;ST=SR&amp;franq=138097" title="Getting Things Done em Português no Submarino">A Arte de Fazer Acontecer</a> em português. Ele ensina uma técnica de organização para produtividade que é realmente muito boa e eficiente. Esse livro mudou a vida de mais de uma pessoa que eu conheço, eu incluso.</p>
<p>O melhor é mesmo ler o livro para ter uma idéia, mas os princípios funcionam até para alguém que é naturalmente desorganizado como eu e como metade das pessoas mais inteligentes que eu conheço:</p>
<ul>
<li>Trabalhe com caixas de entrada;</li>
<li>Processe os itens dessas caixas de entrada constantemente, tomando decisões claras sobre: fazer uma tarefa imediatamente, colocar na lista de tarefas, arquivar, deixar para um dia futuro, delegar ou jogar no lixo;</li>
<li>Tenha um arquivo de referência à mão, bem organizado mas fácil de fazer e manter;</li>
<li>Mantenha uma ou mais listas de tarefas, apropriadas ao contexto;</li>
<li>Revise de tempos em tempos para garantir que as coisas estão andando bem;</li>
<li>Tire da cabeça as preocupações por não estar fazendo algo e confie na sua lista de tareas. Isso reduz muito o nível de stress. Não mantenha nada na cabeça;</li>
<li>Quebre todas as tarefas em pequenas ações realizáveis. Exemplo: ao invés de &#8220;cuidar do seguro do carro&#8221;, adicionar a tarefa &#8220;ligar para o corretor e pedir uma cotação para o seguro do carro&#8221;. Significa que quando você estiver lendo a lista de tarefas, você vai saber na hora que só precisa pegar o telefone, não precisa gastar um momento a mais pensando, cada vez que ler a lista, sobre quais os próximos passos necessários para cada tarefa.</li>
</ul>
<p>A principal lição do livro, eu diria, é a de perder a paranóia de estar esquecendo de coisas que você precisa fazer. Tenha uma lista de tarefas e confie nela. Só isso já deve ter evitado o surgimento de muitos cabelos brancos para mim.</p>
<p>Agora, se você, depois de adotar isso, não conseguir realizar tudo que você precisa nos prazos que precisa, então é provável que você simplesmente tenha mais coisas para fazer do que você tem capacidade, e nesse caso você precisa de ajuda de outras pessoas, ou precisa abrir mão mesmo.</p>
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		<title>Isso sim é blog de nicho</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Sep 2007 03:01:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[lang:pt]]></category>
		<category><![CDATA[bibi]]></category>
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		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[
A Bibi tem vários blogs. Além do Bibi&#8217;s Box, ela tem também o Cinematógrafo, em Português sobre cinema, o Videos with Bibi, com filmes em domínio público e finalmente o blog de nicho ecológico Dodo Blog.
O que dizer de um blog que fala apenas de Dodos, pássaros parentes dos pombos mundialmente famosos por sua mansidão, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://andreum.blog.br/pt/2007/09/22/isso-sim-e-blog-de-nicho/no-dodos/" rel="attachment wp-att-53" title="No dodos"><img src="http://andreum.blog.br/pt/wp-content/uploads/2007/09/no_dodos.jpg" alt="No dodos" /></a></p>
<p>A Bibi tem vários blogs. Além do <a href="http://www.bibi.org/box/" title="Bibi's Box">Bibi&#8217;s Box</a>, ela tem também o <a href="http://www.cinematografo.com.br/" title="Cinematografo">Cinematógrafo</a>, em Português sobre cinema, o <a href="http://bibi.vlog.br/" title="Videos with Bibi">Videos with Bibi</a>, com filmes em domínio público e finalmente o blog de nicho ecológico <a href="http://www.dodo.blog.br/">Dodo Blog</a>.</p>
<p>O que dizer de um blog que fala apenas de Dodos, pássaros parentes dos pombos mundialmente famosos por sua mansidão, doçura, seu tamanho e por sua extinção nas mãos de navegadores holandeses, mas em compensação fala de tudo sobre eles. Tem desde <a href="http://www.dodo.blog.br/extinct-dodo-related-to-pigeons/" title="The Dodo Blog » Blog Archive » Extinct Dodo Related to Pigeons">artigos científicos</a>, <a href="http://www.dodo.blog.br/category/illustration/" title="Ilustrações The Dodo Blog">ilustrações</a>, e até um artigo especial para o <a href="http://www.dodo.blog.br/awk-jim-lad/" title="awk, Jim lad">Talk like a pirate day</a>.</p>
<p>Sobre ciência, tem essa informação importante e óbvia:</p>
<p><em>Little known to science, the Loch Ness Monster is not, in fact, a plesiosaur or a brontosaurus or any other saurian silliness. That would be ridiculous. Dinosaurs are extinct.</em></p>
<p><em>Obviously it’s a dodo.</em><br />
<a href="http://andreum.blog.br/pt/2007/09/22/isso-sim-e-blog-de-nicho/loch-ness-dodo/" rel="attachment wp-att-52" title="Loch Ness Dodo | Ursula Vernon"><img src="http://andreum.blog.br/pt/wp-content/uploads/2007/09/lochnessdodo.jpg" alt="Loch Ness Dodo" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Google acabou com sites por assinatura?</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 21:44:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
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No Blog de Finanças da revista Portfolio, Felix Salmon afirma que foi o Google que acabou com o Times Select. De certa forma, ele está certo, ou talvez seja melhor dizer que foi um fim esperado com a Internet como funciona hoje em dia.
O  Times Select foi o produto criado pelo New York Times [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://andreum.blog.br/pt/wp-content/uploads/2007/09/nytlogo379x64.gif" alt="NYT Logo" /></p>
<p>No Blog de Finanças da <a href="http://www.portfolio.com" title="Conde Nast's Portfolio">revista Portfolio</a>, Felix Salmon afirma que foi o <a href="http://www.portfolio.com/views/blogs/market-movers/2007/09/18/how-google-killed-web-subscriptions" title="Portfolio: How Google killed web subscriptions">Google que acabou com o Times Select</a>. De certa forma, ele está certo, ou talvez seja melhor dizer que foi um fim esperado com a Internet como funciona hoje em dia.<br />
O  Times Select foi o produto criado pelo New York Times para rentabilizar seu <a href="http://www.nytimes.com/" title="The New York Times">site</a> há dois anos. O acesso era liberado durante um período de, creio, 1 semana e após esse período, somente pagando pela assinatura. Além disso, algumas matérias especiais, editoriais, op-eds e textos de colunistas eram exclusivos de assinantes.</p>
<p>A empresa conseguiu um faturamento de cerca de 10 milhões de reais por ano, mas mesmo assim resolveu, esta semana, abrir o acesso novamente. O motivo: o tráfego vinha principalmente de mecanismos de busca, e não diretamente. Esse tráfego, do qual o jornal abria mão por deixar o conteúdo atrás de um muro, era perdido. Com o crescimento da Internet, torna-se possível ganhar mais dinheiro fornecendo conteúdo de graça do que cobrando por ele, paradoxalmente.</p>
<p>Acontece que para ganhar tráfego, você precisa de reputação virtual, i.e., links de outros sites. Quando o NYT fechou o acesso, as matérias do NYT deixaram de ser repassadas e de receber links em blogs e artigos. Ou seja, perderam &#8220;relevância&#8221; na área na qual as discussões mais crescem, e que ocupa fatia cada vez maior do tempo das pessoas.</p>
<p>Brad DeLong também completa que as próprias instituições perdem importância, e que as pessoas que escrevem ganham cada vez mais valor, graças a essa reputação surgida da facilidade dos mecanismos de busca.</p>
<p>Agora, falta o mais importante site pago do mundo, Wall Street Journal fazer o mesmo, o que bem pode acontecer já que seu novo e infame dono, também é dono do Myspace.</p>
<p>via <a href="http://delong.typepad.com/sdj/2007/09/trust-search-go.html" title="Brad DeLong: Trust, Search, Google, Times Select, and the Future of Journalism">Brad DeLong</a>.</p>
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